Aldo Rebelo e seu novo livro “A maldição de Tordesilhas”

Lançamento e repercussão

Em maio deste ano, Aldo Rebelo lançou seu livro “A maldição de Tordesilhas” em São Paulo, Brasília e Curitiba. O evento reuniu um público diverso, incluindo figuras políticas, militares da reserva, militantes de esquerda e direita, empresários e intelectuais de variados perfis ideológicos. Entre os presentes estavam Michel Temer e Jair Bolsonaro.

As críticas da esquerda à presença de Bolsonaro e do general Villas Bôas destacam a mediocridade política de ódio que permeia o país.

Personalidades presentes

O evento contou também com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e os deputados Baleia Rossi e Orlando Silva. Destacou-se ainda Paulo Nogueira Batistas, renomado economista e ex-vice-presidente do banco dos BRICS.

Conteúdo do livro

O livro, escrito de forma acessível e concisa, é fruto de intensa pesquisa de Aldo, refletindo seu profundo conhecimento sobre a Amazônia. Rebelo aborda a pressão internacional sobre o Brasil para proteger a Amazônia do desmatamento, criticando a narrativa promovida por países ocidentais e ONGs estrangeiras. Ele destaca que o Estado do Amazonas, com 95,46% de vegetação nativa, possui mais floresta que vários países europeus combinados.

Defendendo a Amazônia

Rebelo defende a repressão às atividades criminosas na Amazônia, mas rejeita a ideia de savanização da região. Ele ressalta que os países desenvolvidos, preocupados com seus mercados, criam narrativas exageradas sobre o impacto das queimadas na Amazônia no aquecimento global, enquanto ignoram suas próprias contribuições para a poluição.

Desafios e soberania

Aldo critica o bloqueio ao desenvolvimento da Amazônia, que impede a exploração de petróleo, gás e minerais, prejudicando a população da região. Ele defende que a região possui mecanismos de proteção ambiental superiores aos dos países desenvolvidos e que a melhor forma de preservá-la é associando desenvolvimento tecnológico ao meio ambiente.

COP30 e agenda climática

Rebelo aborda a divisão interna nas discussões climáticas no Brasil, com uma facção defendendo o travamento do desenvolvimento em nome do meio ambiente e outra propondo a combinação de proteção ambiental e desenvolvimento econômico. Ele destaca a importância da COP30, que será realizada em 2025 no Pará, para essas discussões.

Conclusão

O livro uma nova perspectiva sobre a Amazônia, propondo um equilíbrio entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico. As discussões da COP30 serão um campo de batalha para essas ideias.

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